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Joinville - Estado Santa CatarinaЖоинвилль, штат Санта Катарина См. Фото-галерею A arquitetura germânica dos séculos XVIII e XIX continua presente em algumas fachadas de Joinville, como na estação ferroviária (rua Leite Ribeiro) e nas lojas Salfer e Koerich (ambas na esquina das ruas 15 de Novembro e do Príncipe). Logo na entrada da cidade você já tem uma amostra do que vai encontrar. Lá está o Mercado Municipal (tel: 47/ 422-8922), que tem até um moinho de vento. Quando você for visitá-lo, aproveite para fazer umas comprinhas. O local fica aberto de 2ª a 6ª das 7h às 19h, e aos sábados das 7h às 13h. Um pouquinho mais do passado da cidade pode ser visto e descoberto no Museu Nacional da Colonização e Imigração. No palácio onde se situa, que foi construído para ser a casa de príncipes europeus recém-casados, ainda há móveis da época. Nele há objetos dos que se aventuraram a cruzar o oceano em busca de uma nova vida. O museu fica aberto de terça a domingo, das 9h às 17h30min. Mas, bem antes desse tempo, o lugar já teve outros habitantes. Na atual cidade de Joinville viviam os sambaquianos, os primeiros habitantes do litoral catarinense. No Museu Arqueológico do Sabaqui, os guias lhe contarão várias teorias sobre a vida desses índios. Algumas peças deles têm até 4650 anos! Reserve um dia para visitar o museu. Ele funciona de 3ª a domingo, das 9h às 12h e das 14h às 18h. Joinville hoje é uma famosa cidade de negócios. Só como exemplo, nela estão grandes indústrias catarinenses como a Consul, Tigre, Sulfabril, Nielson etc. Mas um dos passeios preferidos dos visitantes é pela Estrada Bonita, praticamente na área rural da cidade. E o legal é que os colonos que moram ao longo dela fazem questão de abrir suas casas aos turistas. O lugar fica uns 25 km distante do centro, mas o visual de extensos campos verdes com rios de águas geladas compensam a viagem. Os moradores das fazendas mostram como cultivam a terra e como é a produção de leite, pães e doces. Experimente os saborosos 'petit-fours' de Dona Traudi, feitos de coco amanteigado, fubá, chocolate e amendoim. Já quem prefere algo mais 'forte', visite a propriedade do sr. Willy. Ele fabrica cachaça. O processo o mesmo há mais de um século, mas o gosto da branquinha é um dos preferidos de quem entende do assunto. Muitos colonos, por serem descendentes de imigrantes, falam alemão, inglês, francês, polonês e/ou russo. Da Alemanha à Rússia Mas nem só da tradição alemã vive Joinville. Assim ela nasceu, mas o que está tornando-a conhecida até no exterior é o Festival Internacional de Dança. E ele conquistou até os mais experientes. Os integrantes da Escola de Teatro Bolshoi, de Moscou, que estiveram no festival há uns quatro anos, logo manifestaram o interesse de criar uma escola na cidade brasileira. Hoje ela é moderníssima, e funciona no próprio local das apresentações. Tornou-se uma passagem obrigatória para quem planeja fazer carreira na ponta dos pés
O seu passeio por Joinville só estará completo quando você for ao mirante da cidade. Da rua Saguaçu é só subir o morro Boa Vista, de onde se tem uma ampla visão do lugar - algo realmente inesquecível. Do alto você vai ver as ruas com casinhas em estilo germânico por onde passou, e vai ver o quão verde (florestas, Mata Atlântica,...) ainda tem para admirar. E esse é justamente o ponto forte de Joinville, já que aqui se pode aproveitar o máximo de conforto e modernidade aliado às delícias e calmaria da vida no campo.www.joinville.sc.gov.br/
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