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Os melhores restaurantes do Recife

Leite
O mais antigo restaurante em funcionamento do país prova que longevidade e qualidade podem ocupar a mesma mesa. O Leite volta ao topo do pódio de VEJA Recife com o título de o melhor restaurante da cidade e também recebe dos jurados o prêmio especial tradição, atribuído em comemoração aos dez anos da edição especial na capital pernambucana a uma entre as muitas casas que se destacam há décadas no cenário gastronômico da cidade. O Leite foi inaugurado há 125 anos na Rua do Sol, quando muitas das grandes invenções do mundo moderno ainda estavam por vir. A primeira unidade pertencia a Armando Manoel Leite de França, de onde veio o nome. A administração mudou de mãos até que, em 1955, os irmãos Amadeu Dias, Luiz Dias e Armênio Ferreira e o amigo Hugo Laprovítera assumiram a casa – hoje sob o comando de Armênio. Ao longo dos anos, o Leite recebeu em suas mesas clientes ilustres como Assis Chateaubriand, Juscelino Kubitschek e Jean Paul Sartre. Ainda hoje, seu salão é reduto de políticos, empresários, executivos e grandes celebridades que visitam a capital pernambucana.

A decoração clássica e sofisticada tem móveis que contam mais de setenta anos, como é o caso das cadeiras de jacarandá do salão. Uma armadura medieval na entrada do restaurante dá as boas-vindas aos clientes. O clima de requinte é embalado por um piano diariamente. O cardápio internacional é executado com capricho pelo chef Edmilson Araújo, o "Bigode", com quinze anos de casa. Além das receitas impecáveis, algumas com influência da cozinha portuguesa, os ingredientes de primeira qualidade fazem a diferença da casa. Azeite, sardinha, atum e alguns enlatados são trazidos exclusivamente da Europa. O cardápio lista mais de setenta pratos, além das sugestões do chef, que mudam todos os dias. Para iniciar a refeição, uma boa opção é o gratinado de frutos do mar (camarões, lagostinho, polvo e filé de peixe puxados no azeite com ervas finas e embebidos em molho de vinho branco, acompanhado de pãezinhos), R$ 18,00. Como prato principal, a sugestão é o bacalhau à moda do chef (posta alta grelhada com cebola, azeite e alho, guarnecida de batatas cozidas, azeitonas e pimentões coloridos), R$ 53,50. A sobremesa mais famosa da casa é a cartola, R$ 7,00. A carta de vinhos tem oitenta rótulos, entre eles o português Pêra Manca (R$ 480,00). O atendimento irrepreensível do Leite fica a cargo de treze garçons, dois cumins e um barman. O funcionário mais antigo é "Seu Xavier", que há 42 anos faz as honras da casa.
Praça Joaquim Nabuco, 147, Santo Antônio, 3224-7977 (160 lugares). 11h/16h (dom. a sex.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Manobr. (R$ 4,50). Couvert: R$ 4,80. Ar. Aberto em 1882. $$$

Boi Preto
Esta é a segunda vez consecutiva que o Boi Preto se sagra vitorioso em sua especialidade na eleição do júri de VEJA Recife. A casa faz parte de um respeitado grupo de churrascarias com filiais em São Paulo, Salvador, Fortaleza e Atlanta, nos Estados Unidos. Dos trinta cortes trazidos da Argentina, do Uruguai e de outros estados brasileiros, alguns caíram nas graças dos pernambucanos. É o caso do bife ancho argentino grelhado, que disputa com a picanha a preferência dos clientes.

O carré de cordeiro, o frango desossado temperado com champanhe e as carnes exóticas, como javali e faisão, também são bastante procurados. O rodízio custa R$ 34,90. Além das suculentas carnes, preparadas por três churrasqueiros e servidas por quinze cortadores, o bufê merece um reconhecimento à parte. Ele apresenta cinqüenta saladas, frutos do mar, queijos importados e pratos quentes, além de receitas japonesas preparadas no sushi-bar. Para dar conta de toda a produção, a equipe da casa, orquestrada pelo sócio Valdemir Baldissera, inicia suas atividades a partir das 8 horas da manhã. Após o desfile de espetos, um carrinho repleto de sobremesas circula pelo salão. A sugestão é o creme de limão, um sorvete de creme light, com sumo de limão e licor de menta, R$ 9,90. Recentemente, o restaurante ganhou um piano-bar. A adega tem 900 garrafas.
Avenida Boa Viagem, 97, Pina, 3466-6334 (200 lugares). 12h/16h e 18h/0h (seg. a qui.); e 12h/1h (sex.a dom.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. Manobr. Ar. www.boipretogrill.com.br. Aberto em 2002. $

É
Pétalas de rosa, sal de minhoca e bombom de foie gras costumam fazer parte das fantásticas criações do chef Douglas Van der Ley no seu restaurante É. O pernambucano filho de usineiro quase se tornou jornalista, trabalhou na área de aviação e só então percebeu que queria mesmo dedicar-se à gastronomia. Em sua melhor fase, Douglas tem sido destaque em revistas e programas de TV nacionais. Em 2006, foi convidado a visitar o laboratório do festejado chef espanhol Ferran Adrià. Sua cozinha contemporânea tem um mix de influências das culinárias japonesa, tailandesa e francesa. "Cruzo técnicas e ingredientes de várias cozinhas, mas não sigo regras", destaca o chef. A casa tem decoração em vermelho, um certo ar oriental nos objetos do ambiente e iluminação discreta. O foie gras é uma das estrelas do cardápio. Segundo Douglas, o restaurante é o terceiro maior vendedor da iguaria no país, ficando atrás apenas dos conceituados Fasano e Emiliano, ambos em São Paulo. Da infância, Douglas traz na bagagem forte influência da cultura do açúcar, sempre presente em suas receitas. Talvez esteja aí a explicação para o sucesso de suas sobremesas-surpresa, criadas diariamente.

O sabor singular de seus pratos vem dos temperos inusitados garimpados em viagens. Entrada: bombom de foie gras com violeta fresca e sal de minhoca, R$ 58,90. Prato principal: arroz de frutos do mar com chouriço português, aspargos frescos e cozidos com tomates pelados italianos, R$ 38,00. Pelo ineditismo das receitas da casa, o júri de VEJA Recife elegeu o É o melhor contemporâneo da cidade. Uma dica pitoresca: quando for ao restaurante, preste atenção na pia do toalete, ambientada de forma diferente todos os dias.
Rua do Atlântico, 147, Boa Viagem, 3325-9323 (69 lugares). 20h/1h30 (ter. a sáb.). Cc.: D, M e A. Cd.: M e R. Ar. www.egastronomia.com.br. Aberto em 2004. $$$

Maison do Bomfim
Antes de instalar-se em Olinda, o simpático Jeff Colas atuou em profissões que nada tinham a ver com a cozinha. Morou anos em São Paulo, no Pantantal e na Amazônia, onde administrou fazendas. O Maison do Bomfim, situado numa ladeira do sítio histórico de Olinda, teve início com o projeto França no Quintal, que acontecia nos fundos de um albergue. Era ali que amigos e hóspedes degustavam suas receitas, heranças de família. O negócio deu tão certo que o albergue cedeu lugar ao restaurante. Além de comandar a cozinha da casa, Jeff tem a tarefa diária de organizar as compras e escolher pessoalmente os produtos e temperos que utiliza em seus pratos. O menu é essencialmente de receitas tradicionais francesas, mas há espaço para algumas fusões com frutas regionais. Uma novidade no cardápio são os turnedôs com cogumelos frescos e linguini, R$ 27,00. Para a entrada, uma boa pedida são os rolinhos de presunto com alho-poró gratinados com gruyère, R$ 13,00. Para encerrar a refeição, o chef propõe o chausson aux pommes (massa folhada recheada com purê de maçã, temperada com baunilha e canela, levada ao forno e servida com sorvete de creme ou de baunilha), R$ 8,00.

Rua do Bonfim, 115, Carmo, Olinda, 3429-1674 (70 lugares). 18h/1h (seg.); 12h/16h e 18h/1h (qua. a sáb.); e 12h/21h (dom.). Cc.: D, H, M e V. Cd.: M, R e V. Ar. Aberto em 1996. $$

Pomodoro Café
Predicados não faltam ao Pomodoro Café. A charmosa tratoria conduzida pelo chef Duca Lapenda foi eleita novamente pelo júri de VEJA Recife o melhor restaurante italiano da capital e figura na lista das dez melhores mesas da cidade. As massas são as estrelas da casa. A maioria é preparada de forma artesanal e algumas são importadas da Itália. O menu lista 100 pratos, entre eles o da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança, da qual a casa faz parte. No Pomodoro Café falam mais alto as receitas clássicas de cantina. O próprio Duca é quem pilota o fogão e ainda circula no salão para conferir cada detalhe e cumprimentar os habitués do lugar. O espaço é aconchegante, com objetos pessoais do proprietário e panelas de cobre na decoração. Recentemente, o jardim ganhou mesas e, com isso, a casa ampliou sua capacidade para 130 lugares. Sugestão do chef para a entrada: pomodoro al formaggio (fatias de tomate e mussarela gratinada no azeite de oliva), R$ 8,00. Prato principal: capelone di Parma e melle (presunto de Parma e maçã caramelizada com molho rosé), R$ 28,00. O prato da Boa Lembrança atual é o ravióli recheado com queijo Prima Dona com manteiga e sálvia, R$ 51,00. Sobremesa: musse de chocolate e amêndoas com chantilly e calda de frutas vermelhas, R$ 8,00. O restaurante tem adega com sessenta rótulos.
Rua Capitão Rebelinho, 418, Pina, 3326-6023 (130 lugares). 19h/0h (dom. a qua.); e 19h/1h (qui. a sáb.). Cc.: D, H, M e V. Cd.: M, R e V. Ar. www.pomodorocafe.com.br. Aberto em 2001. $

Taberna Japonesa Quina do Futuro
A cozinha criativa de André Saburó conquistou não apenas os recifenses, mas paladares de todo o Brasil. Ele freqüentemente é apontado como um dos melhores da nova safra de chefs do país. Em sua Taberna Japonesa Quina do Futuro, Saburó investe na tradicional cozinha japonesa, mas permite-se ousadias em algumas receitas. Entre as novidades do cardápio, o chef criou um prato que harmoniza com champanhe. Trata-se do fusion dashi, que mescla fatias de sashimi e de salmão fresco regadas com azeite de shisso, camarões levemente marinados no saquê salteado, shimeji com polvo e lula na manteiga de teriyaki, salmão defumado recheado com maçã e nori, atum fresco brulê com azeite de páprica doce e ovos de codorna defumados. Custa R$ 80,00 e serve seis pessoas. A casa pertence à Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança e o prato especial criado por Saburó é o ebi ebi quina 20 anos (camarões salteados na manteiga de gengibre, saquê doce de shoyu, servidos com arroz e shimeji branco), R$ 43,90.

A casa repetiu o feito de anos anteriores e recebeu do júri de VEJA Recife o título de melhor restaurante oriental da cidade. Igualmente famoso por seus pastéis, o Quina também ganhou o prêmio nessa especialidade. O quitute é oferecido em doze sabores, entre doces e salgados. As sugestões são o de frutos do mar (R$ 3,90) e o de banana, queijo e canela (R$ 4,90). De massa sequinha e crocante, todos são fabricados numa antiga máquina trazida de São Paulo na década de 60 pelo patriarca da família.
Rua Xavier Marques, 134, Aflitos, 3241-9589 (135 lugares). 11h30/15h e 18h/0h (seg. a qui.); 11h30/15h e 18h/1h (sex.); e 12h/15h30 e 18h/1h (sáb.). Cc.: D, H, M e V. Cd.: M, R e V. Ar. www.quinadofuturo.com.br. Aberto em 1986. $$$

Bargaço
O nome do restaurante tem uma origem curiosa. Inicialmente, a casa deveria se chamar Bar do Garçom, mas um descuido no letreiro fez surgir o Bar do Garço, que em seguida se transformou em Bargaço. Essa filial da rede baiana, de fundador pernambucano, recebeu novamente do júri de VEJA Recife o título de o melhor pescado da cidade. Para adaptar as tradicionais receitas baianas ao paladar dos recifenses, o chef Roseno Victor investiu em doses mais suaves de alguns ingredientes como o dendê.

No menu, as moquecas de camarão e siri-mole dividem as atenções com os peixes de forno. O peixe à moda do chef é recheado com farofa de camarões, ovos e azeitona, R$ 55,00. Boa parte dos pescados é trazida do Pará e de estados nordestinos. O estoque é reposto semanalmente. Antes de ir à refeição, a clientela costuma pedir a porção de agulhinha frita, R$ 24,00 (350 gramas). A moqueca de siri-mole é igualmente famosa, R$ 46,00. Sobremesa: doce de coco verde, R$ 6,00. Apesar da grande expectativa, o restaurante ainda não mudou de endereço, mas deve começar a construir a nova sede ainda neste ano, próximo ao Cabanga Iate Clube. Até lá, os admiradores do Bargaço continuam saboreando suas receitas nesse charmoso casarão, ventilado pela brisa do mar de Boa Viagem.
Avenida Boa Viagem, 670, Boa Viagem, 3465-1847 (150 lugares). 12h/0h (dom. a qui.); e 12h/1h (sex. e sáb.). Cc.: D, M e V. Cd.: M, R, C e V. Manobr. Aberto em 1991. $$$

Gio Pizzeria D.O.C. & Grill
Quatro pizzaiolos se encarregam de preparar os 34 sabores oferecidos no restaurante, que deixou a cargo do consultor italiano Genaro Cânone a elaboração de seu cardápio, com selo D.O.C (denominação de origem controlada). Para manter o padrão de qualidade, há alguns procedimentos básicos. O molho usado é sempre de tomate pelado italiano e o azeite é extravirgem com no máximo 0,5% de acidez. Soma-se a esse esmero o delicioso aroma liberado pela lenha de eucalipto utilizada no forno. A excelência de suas pizzas rendeu à casa o título em sua especialidade na opinião do júri de VEJA Recife, em um empate com a Tomaselli La Gondola. A pizzaria serve à la carte e também oferece rodízio de vinte sabores de segunda a quinta, R$ 18,50. Para escolher no menu, a sugestão é a la gourmet (mussarela de búfala, basílico, tomate-cereja e parmesão), R$ 26,50. Outra boa pedida é a siciliana (tomate seco, funghi, mussarela, gorgonzola, rúcula e parmesão), R$ 31,90. O restaurante serve ainda massas, grelhados, comida regional e saladas. De segunda a sexta, tem rodízio porteño (R$ 28,50) e, no sábado, bufê de pratos regionais (R$ 23,90).
Rua Fernando Simões Barbosa, 170, Boa Viagem, 3325-5588 (300 lugares). 12h/0h (seg. a qui.); 12h/1h (sex. e sáb.); e 11h30/0h (dom.). Cc.: D, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Ar. Entrega em domicílio (R$ 3,00). www.giopizzeria.com.br. Aberto em 2003. $$$

Tomaselli La Gondola
Quando decidiu tornar-se sócio da pizzaria La Gondola, o italiano Mário Tomaselli emprestou à casa não apenas o seu nome, mas também todos os segredos da fabricação da boa pizza feita em seu país natal. O resultado é uma massa fina e crocante coberta com produtos de primeira, como molho de tomate, champignons, queijos, anchovas e salame importados. O esmero no preparo e na seleção dos ingredientes é um dos trunfos que garantiram novamente à Tomaselli La Gondola o prêmio do júri de VEJA Recife na sua especialidade, em um empate com a Gio Pizzeria D.O.C. & Grill. As duas unidades da casa tiram do forno a lenha quarenta sabores de pizza, servidos nos tamanhos médio e grande. A sugestão é a la gondola, criação da casa que leva mussarela italiana e nacional, palmito, presunto, tomate seco e manjericão, R$ 38,10 a grande.

Há também opções light, feitas com farinha integral, queijo magro e molho preparado sem adição de gordura. O cardápio vai além das redondas. O restaurante oferece boas massas, como o tortelloni di ricotta e espinacci ao molho de vinho branco e tomate-cereja, R$ 23,00. Os dois endereços têm decoração diferente. O do Espinheiro segue a linha das tradicionais cantinas e o de Boa Viagem, ampliado recentemente, é um restaurante com decoração mais clássica.

Rua Conselheiro Portela, 536, Espinheiro
www.pizzeriatomaselli.com.br. Aberto em 1994. $$

Oficina do Sabor
Jerimum recheado com camarão ao creme de manga é uma das mais famosas invenções do chef César Santos, presidente nacional da Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança e proprietário do Oficina do Sabor. A casa foi novamente eleita na sua especialidade pelo júri de VEJA Recife. Quem primeiro provou as receitas de César foram os amigos e parentes. Depois de estudar gastronomia e trabalhar em outras casas, ele abriu esse charmosíssimo restaurante, numa pacata ladeira do sítio histórico de Olinda. Em comemoração ao aniversário de quinze anos do Oficina do Sabor, a casa está sendo ampliada e vai ganhar um ambiente climatizado. Para o preparo dos pratos, o chef vale-se de ingredientes como carne-de-sol, macaxeira, charque, frutos do mar, leite de coco e feijão-verde, combinados harmonicamente com frutas típicas e temperos da região. Tamanha brasilidade conquista a todos, em especial os turistas, maioria na casa de segunda a sexta. Sempre que vêm ao Recife, famosos como Caetano Veloso, Claudia Raia e Patrícia Pilar não retornam sem antes provar as delícias do restaurante. Entrada: mix do chefe, que traz filé de agulha, queijo de coalho com ervas, bolinhos de charque e de bacalhau, pasta de berinjela e torradas, R$ 26,00. Para a refeição, César sugere o filé de carne-de-sol pernambucana, com purê de macaxeira, farofa de jerimum e cheiro-verde, R$ 32,00 para duas pessoas. Sobremesa: baba-de-moça com quero mais neguinho, doce de coco verde, sorvete de tapioca com bolinhos de goma e cocada preta, R$ 12,00.

Rua do Amparo, 335, Olinda, 3429-3331 (130 lugares). 12h/16h e 18h/0h (ter. a qui.); 12h/16h e 18h/1h (sex.); 12h/1h (sáb.); e 12h/17h (dom.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Cr.: V. www.oficinadosabor.com. Aberto em 1992. $$$

Wiella Bistrô
As receitas da culinária francesa servidas na casa não são exclusividade no menu. A cozinha desse charmoso e requintado bistrô passeia pela gastronomia internacional. O júri de VEJA Recife elegeu o Wiella Bistrô na especialidade variados, empatado com o Portoferreiro. Comprovando o bom momento da casa, o Wiella figura no ranking das dez melhores mesas da cidade. A execução desse menu de sucesso está nas mãos do chef Claudemir Barros, que tem passagens por casas renomadas do Recife. Os proprietários são os irmãos Fábio, Leandro e Márcia Wiethaeuper, sempre atentos a cada detalhe. Como entrada, eles sugerem o petit assiette de frutos do mar, R$ 23,50. Para o prato principal, uma boa pedida é o magret di canard, com risoto ao perfume de vinho tinto e molho agridoce, R$ 38,00. Sobremesa: pêra cozida ao vinho branco, servida com sorvete de graviola ao coulis de cachaça, R$ 13,00. Em setembro, deverá ser inaugurado um wine-bar ao lado do salão.

Um cantinho especial que ficará a cargo do conceituado sommelier Otoniel Abílio da Costa, ex-Le Méridien (Rio de Janeiro) e ex-Emiliano (São Paulo). As duas adegas do restaurante comportam 185 rótulos.
Avenida Domingos Ferreira, 1274, lojas 14 a 16, Boa Viagem, 3463-3108 (100 lugares). 12h/0h (ter. a sáb.); e 12h/17h (dom.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R, C e V. Manobr. Couvert: R$ 5,50. Ar. www.wiellabistro.com. Aberto em 2003. $$$

Portoferreiro
Neo-requintado restaurante, em que as cozinhas portuguesa, internacional e regional convivem harmoniosamente. O cardápio variado lista sugestões de carnes, pescados, massas e aves. O competente chef José Roberto comanda as panelas e testa as novidades. Os próprios donos, Amadeu Dias e Licínio Dias, também dão proveitosas sugestões ao cardápio. O Portoferreiro tem detalhes nas mesas e na decoração que atestam sua sofisticação e esmero em receber bem seus clientes: toalhas diferentes a cada semana, guardanapos grandes, flores naturais e velas nas mesas. No cardápio, um mapa localiza a aldeia que dá nome ao restaurante, situada no Norte de Portugal, onde nasceram os pais dos proprietários. Há fotos da família expostas no salão. Da lista de pescados, sugere-se o linguado à moda do chef, com recheio de tomate, molho de azeite e pesto de manjericão, acompanhado de palmito e arroz de amêndoas, R$ 42,00. O risoto de pato ao Porto (R$ 35,00) e o t-bone steak grelhado em churrasqueira especial (R$ 39,00) também fazem sucesso. Além de receber do júri de VEJA Recife o título de o melhor restaurante variado da cidade, empatado com o Wiella Bistrô, a casa conquistou neste ano o título de a melhor carta de vinhos, repetindo o feito de 2005. Em sua adega climatizada repousam 240 rótulos dos maiores produtores do mundo, com preços que variam de R$ 40,00 a R$ 950,00. O maître André Silva dá as sugestões: o português Herdado Do Grous (R$ 390,00), um vinho de safra especial que em 2006 foi considerado o melhor de Portugal, e o Chateau de Tez (R$ 250,00), um francês tinto seco.
Avenida Rui Barbosa, 458, Graças, 3423-0854 (180 lugares). 11h30/16h e 18h30/0h (seg. a qui.); 11h30/2h (sex. e sáb.); e 11h30/17h (dom.). Cc.: H, V e A. Cd.: C e V. Couvert art.: R$ 3,00 (dom. a sex., almoço) e R$ 5,00 (qua. a sáb., jantar). Manobr. Couvert: R$ 9,90. Ar. Aberto em 1998. $$$

Applebee's
Duzentos e dez gramas de hambúrguer cobertos com molho barbecue, queijo jack cheddar (um mix de prato e cheddar), bacon, alface, tomate, cebola roxa e picles e montados no pão com gergelim. Esse exagero de sanduíche, capaz de desorientar qualquer dieta, é o cowboy burguer (R$ 17,90), o recordista de pedidos da Applebee's, que tem o melhor sanduíche da cidade na opinião do júri de VEJA Recife. A casa serve sete opções do lanche, alguns mais leves, feitos com peito de frango. O sucesso deve-se a alguns detalhes que fazem a diferença: molhos especiais da casa, carne com pouca gordura e pão sempre fresquinho. Uma sugestão que foge das receitas com hambúrguer é o oriental roll-up (R$ 16,90), feito com peito de frango empanado, mix de folhas, cenoura, amêndoas e cebola verde. Os ingredientes são enrolados em tortilha de trigo. A franquia da rede americana, que tem mais de 2 000 unidades no mundo, tem cardápio de entradas, saladas, carnes e sobremesas. Entrada: applebee samplers, uma combinação de entradas com costela, tortillas tricolores, cubos de peito de frango banhados em molho da casa, acompanhados por molho de tomate, R$ 29,50.

Prato principal: baby back ribs (costeletas de porco temperadas e banhadas em molho barbecue especial, com fritas e espiga de milho cozida), R$ 37,90. Sobremesa: sizzling apple pie (massa leve crocante com recheio de maçã, coberta com crust de nozes, sorvete de creme e calda de caramelo), R$ 13,90. Além do menu fixo, a casa tem um cardápio que é reformulado a cada quatro meses. Atualmente, está em cartaz o Skillet Sensation, apenas com opções de skillets, espécie de chapa quente onde são servidos alguns pratos da casa.
Shopping Center Recife, Boa Viagem, 3464-6693 (244 lugares). 12h/23h (dom. a qui.); e 12h/1h (sex. e sáb.). Cc.: D, H, M, V e A. Cd.: M, R e V. T.: Tr e V. Ar. www.applebees.com.br. Aberto em 2005. $$

http://veja.abril.com.br

 







   
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